Coelhos e ovos na Páscoa: símbolos pagãos ou cristãos?
Com a chegada da Páscoa, as montras das lojas inundam-se de coelhos de peluche e ovos de chocolate. Para muitos…
Com a chegada da Páscoa, as montras das lojas inundam-se de coelhos de peluche e ovos de chocolate. Para muitos…
A Quaresma não é apenas um tempo espiritual vivido interiormente; é também um tempo profundamente visível na liturgia da Igreja. Ao longo destes quarenta dias, tudo — desde as cores até aos cânticos, passando pelos textos bíblicos e pelos gestos celebrativos — é transformado para exprimir um único apelo: a conversão do coração.
A narrativa da ressurreição de Lázaro (João 11, 1-45) é o ápice dos “sinais” de Jesus no quarto Evangelho. É um texto que nos conduz das lágrimas da perda à luz da vida eterna, revelando um Deus que não apenas observa a nossa dor, mas a chora connosco.
Num mundo marcado pela pressa, pelo ruído constante e pelo individualismo, viver autenticamente a Quaresma torna-se um verdadeiro desafio. No entanto, é precisamente por isso que estas práticas são hoje mais necessárias do que nunca.
A Penitenciária Apostólica anunciou, através de um decreto especial, a concessão de indulgências plenárias para todos os fiéis que participarem nas celebrações do Ano de São Francisco, que decorre de 10 de janeiro de 2026 a 10 de janeiro de 2027. A iniciativa, estabelecida pelo Papa Leão XIV, assinala o 800.º aniversário da morte (o “Transitus”) do Santo de Assis.
A narrativa da cura do cego de nascença (João 9, 1-41) é uma das peças literárias e teológicas mais ricas de São João. Mais do que um milagre físico, o texto descreve o processo de iluminação da fé, onde a cegueira muda de lado: o mendigo passa a ver, enquanto os doutores da lei se fecham na escuridão.
Entre os muitos produtos icónicos da McDonald’s, o Filet-O-Fish ocupa um lugar singular. Discreto, simples e profundamente ligado a uma necessidade concreta, este hambúrguer de peixe não nasceu de uma estratégia de marketing sofisticada, mas de uma realidade cultural e religiosa muito específica. A sua história é um exemplo curioso de como a adaptação ao contexto pode gerar um produto global.
No Dia Internacional da Mulher que hoje se comemora, é essencial reconhecer e celebrar a importância vital das mulheres na Igreja Católica ao longo dos séculos. Desde os tempos bíblicos até os dias atuais, as mulheres desempenharam papéis cruciais na vida da Igreja, contribuindo com a sua fé, liderança e serviço.
O Evangelho situa-nos num cenário de humanidade partilhada. Jesus, fatigado da viagem, senta-se à beira do poço de Jacob. É o meio-dia, a hora do calor intenso, mas também a hora da máxima claridade. Este cansaço de Jesus é o primeiro sinal da Sua proximidade connosco: Ele habita as nossas fadigas. Ao pedir «Dá-Me de beber» a uma mulher samaritana, Jesus quebra três barreiras de uma só vez: a barreira do género, a barreira étnica e a barreira religiosa. Ele revela que a sede de Deus é, antes de mais, sede de se encontrar com cada ser humano, independentemente da sua história ou origem.
O Evangelho da Transfiguração apresenta-nos um dos momentos mais luminosos da trajetória de Jesus. Após anunciar a Sua paixão e morte, Cristo conduz Pedro, Tiago e João a um “alto monte”. Na tradição bíblica, o monte é o lugar da intimidade com Deus, o espaço onde o ruído do mundo silencia para que o Céu possa falar. Jesus não sobe sozinho; leva consigo a Igreja, representada pelos três apóstolos, para lhes oferecer uma antevisão da glória que os sustentará nas horas de trevas que se aproximam.
A Via Sacra, também conhecida como Via Crucis, latim para “Caminho da Cruz”, é uma prática devocional comum na Igreja Católica que recria a jornada de Jesus Cristo carregando a cruz até o Calvário, onde foi crucificado. É especialmente relevante durante a Quaresma, um período de 40 dias de reflexão, penitência e preparação espiritual que culmina na celebração da Páscoa.
A Quaresma é, para a Igreja Católica, um dos tempos mais ricos e exigentes do ano litúrgico. Durante quarenta dias, os fiéis são convidados a abrandar o ritmo, a olhar para dentro e a regressar ao essencial: Deus, a conversão do coração e o amor concreto ao próximo.