Da genética ao clima, o que a Igreja passou a condenar na era moderna
Se na Idade Média a preocupação da Igreja se centrava no uso de um garfo ou na audição de certas notas musicais, o século XXI trouxe desafios éticos de uma escala global e tecnológica sem precedentes. A moralidade cristã, embora alicerçada em princípios antigos, tem-se adaptado para responder às complexidades do mundo atual. Mais do que focar-se apenas em falhas individuais, as novas diretrizes eclesiásticas apontam agora para “pecados sociais”, atos que têm impacto na sobrevivência do planeta, na dignidade da ciência e na justiça económica