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Neste dia, em 1898, foi tirada a primeira fotografia do Sudário de Turim

O Santo Sudário de Turim é uma das relíquias mais veneradas e debatidas da cristandade. Trata-se de um lençol de linho, com cerca de 4,36 metros de comprimento por 1,10 metros de largura, que apresenta a imagem frontal e dorsal de um homem crucificado. Desde há séculos, milhões de fiéis acreditam que este sudário seja o lençol funerário de Jesus Cristo, conservado de forma miraculosa até aos nossos dias.

Neste dia, em 2011, era inaugurado o Santuário de Nossa Senhora de Fátima do Rio de Janeiro

A profunda ligação espiritual entre Portugal e o Brasil encontrou uma das suas expressões mais monumentais na criação do Santuário de Nossa Senhora de Fátima, localizado no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. Inaugurado em maio de 2011, este espaço não é apenas um templo religioso, mas a única réplica oficial no mundo da Capelinha das Aparições da Cova da Iria

Neste dia, em 1834, era assinado o decreto de extinção das Ordens Religiosas em Portugal

O século XIX em Portugal foi marcado por uma clivagem violenta entre o Antigo Regime e os ideais do Liberalismo. No epicentro desta transformação situa-se o Decreto de 28 de maio de 1834, uma das medidas legislativas mais drásticas da história portuguesa. Mais do que uma simples reforma administrativa, esta lei representou a vitória política da burguesia liberal sobre as estruturas tradicionais da Igreja, que haviam apoiado majoritariamente a causa absolutista de D. Miguel durante a Guerra Civil

São Germano, bispo e defensor da fé

São Germano foi uma figura marcante na história da Igreja, conhecido pelo seu papel na defesa da ortodoxia cristã e pela sua vida de profunda piedade. Embora existam vários santos com este nome, o mais notável foi São Germano de Constantinopla (c. 635-733), Patriarca de Constantinopla e grande opositor da heresia iconoclasta. Defensor das imagens sagradas e da tradição cristã, enfrentou perseguições pelo seu compromisso com a fé católica.

Neste dia, em 1917, o Papa Bento XV promulgou o primeiro Código de Direito Canónico

A 27 de maio de 1917, na solenidade de Pentecostes, o Papa Bento XV promulgou, através da Constituição Apostólica Providentissima Mater Ecclesia, o primeiro Código de Direito Canónico (Codex Iuris Canonici) da Igreja Católica Latina. Este documento não foi apenas uma recolha de normas, mas a primeira codificação oficial, completa e sistemática da história eclesiástica. Conhecido como o Código Pío-Beneditino, ele encerrou séculos de dispersão legislativa, conferindo à Igreja uma estrutura jurídica moderna e unificada que perduraria até 1983.

Neste dia, em 1945, ocorriam as aparições de Nossa Senhora das Dores de Chandavila

A devoção a Nossa Senhora das Dores de Chandavila é um dos fenómenos marianos mais recentes aprovados pela Igreja Católica, oferecendo aos fiéis um caminho de consolo, conversão e confiança na intercessão de Maria. Esta devoção tem as suas raízes nas aparições ocorridas em 1945, na localidade de La Codosera (Extremadura, Espanha), perto da fronteira com Portugal.

Santo Agostinho de Cantuária, o apóstolo de Inglaterra

Santo Agostinho de Cantuária foi um monge beneditino e o primeiro arcebispo de Cantuária, na Inglaterra, venerado como santo pela Igreja Católica. Fundador da Igreja na Inglaterra, Santo Agostinho estabeleceu a sé episcopal em Cantuária, tornando-se o primeiro arcebispo da região. Organizou a estrutura da Igreja, consagrou bispos, fundou mosteiros e impulsionou a educação religiosa.

Neste dia, em 1432, ocorria a aparição de Nossa Senhora de Caravaggio

Nossa Senhora de Caravaggio é o título dado à Virgem Maria em referência à sua aparição a Giannetta de’ Vacchi, uma humilde camponesa, em 1432, na região da Lombardia, Itália. A aparição ocorreu num momento de grande sofrimento social e religioso, e a sua mensagem de paz e reconciliação ecoou por séculos, levando à construção de um dos santuários marianos mais importantes da Itália.

Neste dia, em 1999, o Papa João Paulo II chocava o Mundo ao beijar um Alcorão

Num dos gestos mais emblemáticos e, na época, controversos do seu pontificado, o Papa João Paulo II demonstrou um profundo e inédito respeito pelo Islão ao beijar um Alcorão. Este ato, que ocorreu em 25 de maio de 1999, durante um encontro com líderes religiosos do Iraque no Vaticano, sublinhou o seu inabalável empenho no diálogo inter-religioso e a sua convicção de que cristãos e muçulmanos, as duas maiores religiões do mundo, devem procurar a paz e a compreensão mútua.