Calendário Litúrgico 2026
Calendário Litúrgico de 2026 (Ano A) assinala de forma diferenciada todas as efemérides principais que a Liturgia celebra (Solenidades, Festas…
Calendário Litúrgico de 2026 (Ano A) assinala de forma diferenciada todas as efemérides principais que a Liturgia celebra (Solenidades, Festas…
A indulgência plenária é uma graça concedida pela Igreja Católica, que perdoa completamente as penas temporais devidas pelos pecados confessados. Nos últimos e primeiros dias do ano, ela pode ser obtida através de atos específicos e, claro, cumprindo certas condições estabelecidas pela Igreja.
Com a chegada de um novo ano, multiplicam-se previsões, horóscopos, leituras de cartas, promessas de sorte ou azar, e todo o tipo de “adivinhações” sobre o futuro. Muitos encaram estas práticas como simples curiosidade ou entretenimento, mas para o cristão a questão é mais profunda: a fé cristã afirma claramente que só Deus conhece o futuro e que confiar noutras fontes é incompatível com uma confiança plena n’Ele.
Hoje, 25 de dezembro, iniciamos a Oitava de Natal, um período especial na liturgia da Igreja Católica em que celebramos intensamente o mistério do nascimento de Jesus Cristo. Este tempo litúrgico estende a solenidade do Natal ao longo de oito dias, culminando no dia 1 de janeiro com a Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus.
Neste Dia de Natal, a equipa do ViaCrucis deseja a todos os seus leitores um Feliz e Santo Natal, vivido na alegria serena que nasce do encontro com Jesus Cristo.
A quarta e última semana do Advento é um período de intensidade única. Com o Natal à porta, o foco da preparação litúrgica muda drasticamente, deixando de lado a expectativa distante para se concentrar na iminência da celebração e, centralmente, no tema do Amor de Deus que se manifesta na Encarnação de Jesus Cristo.
Na longa história da Igreja Católica, existe uma tradição enraizada que quase todos os fiéis dão como certa: quando um cardeal é eleito Papa, ele escolhe um novo nome para simbolizar a sua nova identidade e missão (como Jorge Bergoglio, que se tornou Francisco). No entanto, ao revisitarmos os anais do Vaticano, encontramos uma exceção fascinante que ocorreu há 500 anos: o Papa Adriano VI.
A quadra natalícia moderna é indissociável da figura sorridente e corpulenta do Pai Natal (ou Santa Claus), o benfeitor universal que, na véspera de 25 de dezembro, viaja num trenó puxado por renas para distribuir presentes às crianças de todo o mundo. Esta figura secular e globalizada, vestida de vermelho e branco, tem uma origem surpreendente e direta: um santo católico do século IV, o bispo São Nicolau de Mira, cuja vida de generosidade e caridade lançou as bases para o mito moderno.
Entre as muitas aparições marianas veneradas pela Igreja Católica, há uma que ocupa um lugar absolutamente singular na história da fé cristã. Trata-se da Nossa Senhora do Pilar, considerada pela tradição como a primeira aparição mariana, ocorrida quando a Virgem Maria ainda vivia em Jerusalém.
A jornada do Advento atinge o seu ponto de viragem na terceira semana. Após a introspeção, a vigilância (primeira semana) e o apelo à conversão e à paz (segunda semana), a liturgia da Igreja irrompe numa nota de exultação e antecipação. O tema central da terceira semana é a Alegria, simbolizada pelo Domingo Gaudete, que lhe dá o nome.
Vivemos num tempo de muito ruído. Há informação em excesso, pressa constante, distrações contínuas. Muitas vezes, o coração sente-se dividido, ansioso, incapaz de parar e escutar. E no meio de tudo isto, muitos perguntam: Deus ainda chama? Como se reconhece a voz de Deus hoje?
Na história do papado, o dia 26 de agosto de 1978 ficou gravado como o momento em que um homem de sorriso fácil mudou uma regra de nomenclatura que durava há quase dois milénios. Ao ser eleito sucessor de Paulo VI, o cardeal Albino Luciani não escolheu apenas um nome; escolheu dois. Tornou-se João Paulo I, o primeiro Papa na história da Igreja a adotar um nome composto.