Artigos

Fé ou obras: qual pesa mais na balança de Deus?

Uma das questões mais discutidas dentro da teologia cristã, especialmente no contexto do catolicismo, é a relação entre fé e obras na vida do crente. A Igreja Católica sustenta que a salvação não é alcançada apenas pela fé, mas também pelas boas obras, refletindo uma compreensão equilibrada entre o que a pessoa crê e o que ela faz. Esta questão está no cerne da doutrina da justificação, diferenciando o catolicismo de outras tradições cristãs, como o protestantismo.

Igreja celebra hoje o Dia Mundial de Oração pelas Vocações com a primeira grande mensagem de Leão XIV

Neste domingo, 26 de abril de 2026, a Igreja Católica celebra o Dia Mundial de Oração pelas Vocações. Instituído há 62 anos por São Paulo VI, o evento deste ano assume um cariz histórico: é a primeira celebração vocacional sob o pontificado de Leão XIV. No tradicional Domingo do Bom Pastor, o novo Papa convoca os fiéis a redescobrirem a beleza da entrega total a Deus num mundo cada vez mais saturado de ruído e tecnologia.

Evangelho de Domingo: Jesus o Bom Pastor

O Evangelho de hoje apresenta-nos uma imagem muito querida de Jesus: a imagem do pastor e das ovelhas. Era uma realidade muito familiar para as pessoas daquele tempo, mas continua a ter uma grande força espiritual para nós.

Jesus fala de uma relação profunda entre o pastor e as suas ovelhas: elas conhecem a sua voz e seguem-no com confiança. Através desta imagem simples, o Senhor revela-nos algo muito importante sobre Deus e sobre a nossa própria vida.

A cultura do cancelamento: o preço de ser católico no século XXI

O cancelamento por convicções católicas deixou de ser um fenómeno restrito às figuras públicas e passou a infiltrar-se no quotidiano dos cidadãos comuns. Na sociedade atual, onde a tolerância é apresentada como o valor supremo, assistimos paradoxalmente a uma crescente exclusão de quem professa a fé católica. Este artigo explora as raízes deste fenómeno, as áreas onde ele é mais severo e a perceção — ou a falta dela — que a sociedade tem sobre esta nova forma de silenciamento.

Evangelho de Domingo: Os discípulos de Emaús

O Evangelho de hoje conta-nos um dos encontros mais belos com Jesus ressuscitado: o caminho dos discípulos de Emaús. É uma história muito humana, cheia de tristeza, de dúvidas e de desilusão.

Dois discípulos afastam-se de Jerusalém, convencidos de que tudo terminou com a morte de Jesus. Mas, sem o saberem, o próprio Cristo caminha ao lado deles.

Este Evangelho mostra-nos que, mesmo quando pensamos estar sozinhos ou perdidos, o Senhor continua a caminhar connosco e a conduzir-nos novamente à esperança.

Via Lucis, o caminho da luz para o Tempo Pascal

A Via Lucis, ou “Caminho da Luz”, é uma das devoções mais belas e luminosas da tradição cristã contemporânea. Enquanto a Via Sacra convida-nos a acompanhar os passos de Jesus no sofrimento do Calvário, a Via Lucis propõe um itinerário espiritual focado na alegria da Ressurreição. No tempo pascal, esta oração torna-se o complemento perfeito para a fé católica, celebrando o triunfo da vida sobre a morte e a presença constante do Ressuscitado entre os seus discípulos.

Em que dia e hora morreu Jesus? A Ciência revela a data exata

Para a maioria dos fiéis, a Sexta-feira Santa é um dia de silêncio e oração que se repete anualmente no calendário litúrgico. No entanto, para historiadores, astrónomos e geólogos, a data da morte de Jesus Cristo é um dos “puzzles” mais fascinantes da história da humanidade. Cruzando os relatos dos Evangelhos com os conhecimentos científicos atuais, a investigação moderna aponta com uma precisão surpreendente para uma data específica: 3 de abril do ano 33 d.C. às 3h da tarde.

Evangelho de Domingo: Jesus Ressuscitado aparece aos discípulos

O Evangelho de hoje leva-nos novamente ao primeiro dia da semana, ao dia da Ressurreição. Encontramos os discípulos reunidos numa casa, com as portas fechadas, dominados pelo medo e pela incerteza.

É neste ambiente de medo que Jesus aparece no meio deles. A Ressurreição não elimina automaticamente as dificuldades da vida, mas traz algo essencial: a presença de Cristo vivo que transforma o medo em alegria e a dúvida em fé.

Hoje somos convidados a entrar também nesta casa onde estavam os discípulos e a deixar que Cristo ressuscitado venha ao encontro das nossas próprias dúvidas, medos e fragilidades.

Porque a Igreja substitui o Ângelus pelo Regina Coeli durante o Tempo Pascal?

Na tradição católica, o ritmo do dia é marcado pela oração do Ângelus — um momento de pausa ao amanhecer, ao meio-dia e ao entardecer para recordar o mistério da Encarnação. No entanto, com a chegada do Domingo de Páscoa, esta prática sofre uma alteração significativa: o Ângelus é silenciado para dar lugar ao Regina Coeli (Rainha do Céu). Esta substituição, que se prolonga durante os cinquenta dias do Tempo Pascal, é muito mais do que uma simples troca de textos; é uma profunda afirmação teológica de alegria e vitória.