Neste dia, em 1982, era montado pela primeira vez a Árvore de Natal e Presépio na Praça de São Pedro
A Praça de São Pedro, o coração pulsante do Catolicismo, transforma-se anualmente num dos cenários natalícios mais emblemáticos do mundo.…
A Praça de São Pedro, o coração pulsante do Catolicismo, transforma-se anualmente num dos cenários natalícios mais emblemáticos do mundo.…
No coração da Basílica de São Pedro, em Roma, existe uma pequena sala silenciosa, reservada apenas a um momento único e profundamente humano: os primeiros instantes de um Papa recém-eleito.
Chama-se “Sala das Lágrimas” (Stanza delle Lacrime), e o seu nome traduz a carga espiritual e emocional que se vive ali — o instante em que o eleito, consciente do peso da missão confiada, deixa correr as lágrimas perante Deus, antes de se apresentar ao mundo.
Num avanço tecnológico sem precedentes, o Vaticano, em parceria com a Microsoft, anunciou o lançamento de uma experiência de inteligência artificial (IA) imersiva que permite aos visitantes explorarem a Basílica de São Pedro como nunca antes. Essa iniciativa inovadora combina a rica história da Igreja Católica com as mais recentes tecnologias, oferecendo uma nova forma de ligar-se com um dos locais mais sagrados do mundo.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a Cidade do Vaticano foi atingida em pelo menos dois episódios distintos, embora sem vítimas fatais conhecidas, o que provocou danos patrimoniais e levantou questões sobre neutralidade, proteção de bens religiosos e ação pastoral do Papa Pio XII.
Francisco anunciou dois eventos nos dias 6 e 7 de outubro. No dia 6 de outubro, às 16h00 de Portugal, o Papa Francisco rezará o terço na Basílica de Santa Maria Maior. No dia seguinte, 7 de outubro, o convite do Pontífice estende-se a toda a comunidade dos fiéis para viver um dia de oração e jejum pela paz no mundo
O Obelisco do Vaticano, erguido no centro da Praça de São Pedro, é uma das mais impressionantes e antigas estruturas da Cidade do Vaticano.
Mais do que um simples monumento, é um símbolo da continuidade entre o mundo antigo e o cristianismo, uma testemunha de dois milénios de história, fé e civilização.
A Capela Sistina, localizada no coração do Vaticano, é não apenas uma das mais famosas obras de arte do mundo, mas também um local sagrado de intensa espiritualidade e importância litúrgica. Erguida por ordem do Papa Sisto IV, de quem toma o nome, esta capela é testemunho da união profunda entre fé e beleza, entre a doutrina católica e a expressão artística mais sublime do Renascimento.
Numa manhã de verão invulgarmente serena, a 5 de julho de 2013, os Jardins do Vaticano tornaram-se o palco de um evento de profundo significado teológico e simbólico. O Papa Francisco, recém-eleito, presidiu a uma cerimónia que uniu o passado e o presente da Igreja: a inauguração e bênção de uma estátua monumental de São Miguel Arcanjo e a consagração formal do Estado da Cidade do Vaticano a São Miguel e a São José.
Desde o seu nascimento, o jornal L’Osservatore Romano tem sido uma das mais importantes ferramentas de comunicação da Igreja Católica. Fundado no século XIX, o periódico acompanha de perto a vida da Igreja e do mundo, sendo considerado a voz oficial do Vaticano e um símbolo da presença da Santa Sé no diálogo entre fé, cultura e sociedade.
A Biblioteca Apostólica Vaticana, uma das mais antigas e prestigiadas bibliotecas do mundo, é um verdadeiro símbolo da relação entre fé e conhecimento. Guardando séculos de sabedoria, arte e cultura, representa a dedicação da Igreja Católica à preservação e promoção do saber humano em todas as suas dimensões — teológica, científica, artística e histórica.
A “Marcia trionfale” foi o primeiro hino pessoal do Papa e o primeiro hino estatal do Estado da Cidade do Vaticano. Foi escrito em 1857 por Viktorin Hallmayer, então diretor da banda do 47º Regimento de Infantaria de Linha austríaco, estacionado nos Estados Papais.
Entre todas as obras-primas que adornam a Cidade do Vaticano, poucas tocam tão profundamente a alma como a Pietà de Michelangelo Buonarroti, exposta na Basílica de São Pedro. Esculpida no final do século XV, a imagem da Virgem Maria segurando o corpo morto de Jesus após a crucificação tornou-se um dos símbolos mais poderosos da dor redentora e do amor materno.