Hoje celebramos o Dia da Palavra de Deus
Hoje, a Igreja celebra o Dia da Palavra de Deus, um convite renovado a colocar a Sagrada Escritura no centro…
Hoje, a Igreja celebra o Dia da Palavra de Deus, um convite renovado a colocar a Sagrada Escritura no centro…
A liturgia dominical da Igreja Católica oferece aos fiéis um verdadeiro percurso de escuta e aprofundamento da Palavra de Deus.…
O presépio é muito mais do que um elemento decorativo do Natal. Ele é uma verdadeira catequese em imagens, um anúncio silencioso do mistério da Encarnação e uma expressão profunda da fé cristã. Por isso, a sua desmontagem não deve ser apressada nem feita de forma indiferente, mas vivida com respeito, consciência espiritual e fidelidade à tradição da Igreja.
Embora a Solenidade da Epifania do Senhor tenha sido celebrada liturgicamente no passado domingo, a Igreja continua a prolongar, neste dia 6 de Janeiro, Dia de Reis, a contemplação deste grande mistério. Esta solenidade conduz-nos a uma das cenas mais belas e simbólicas do Evangelho: a visita dos Reis Magos ao Menino Jesus. Estes homens vindos do Oriente, guiados por uma estrela, representam muito mais do que uma piedosa tradição natalícia. A sua presença junto do presépio revela o alcance universal da salvação e ocupa um lugar central na fé e na história da Igreja.
Entre as tradições cristãs mais belas deste dia encontra-se a bênção da casa na Epifania, um gesto simples, mas profundamente espiritual, através do qual se consagra o lar a Deus, pedindo protecção, paz e fidelidade ao Evangelho ao longo do novo ano.
A indulgência plenária é uma graça concedida pela Igreja Católica, que perdoa completamente as penas temporais devidas pelos pecados confessados. Nos últimos e primeiros dias do ano, ela pode ser obtida através de atos específicos e, claro, cumprindo certas condições estabelecidas pela Igreja.
Hoje, 25 de dezembro, iniciamos a Oitava de Natal, um período especial na liturgia da Igreja Católica em que celebramos intensamente o mistério do nascimento de Jesus Cristo. Este tempo litúrgico estende a solenidade do Natal ao longo de oito dias, culminando no dia 1 de janeiro com a Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus.
A quarta e última semana do Advento é um período de intensidade única. Com o Natal à porta, o foco da preparação litúrgica muda drasticamente, deixando de lado a expectativa distante para se concentrar na iminência da celebração e, centralmente, no tema do Amor de Deus que se manifesta na Encarnação de Jesus Cristo.
A jornada do Advento atinge o seu ponto de viragem na terceira semana. Após a introspeção, a vigilância (primeira semana) e o apelo à conversão e à paz (segunda semana), a liturgia da Igreja irrompe numa nota de exultação e antecipação. O tema central da terceira semana é a Alegria, simbolizada pelo Domingo Gaudete, que lhe dá o nome.
A segunda semana do Advento aprofunda a preparação iniciada na semana anterior. Se a primeira semana nos chamou à vigilância e à esperança na vinda final de Cristo, a segunda semana foca-se na preparação concreta do caminho para a Sua chegada, tanto histórica (o Natal) como escatológica (no fim dos tempos), sublinhando o tema da Paz.
Desde os primeiros séculos do Cristianismo, os fiéis foram convidados a viver a sexta-feira como um dia especial de memória da Paixão e Morte de Jesus Cristo. Nesse espírito, a prática da abstinência de carne às sextas-feiras surgiu como uma expressão concreta de penitência e comunhão com o sacrifício redentor de Cristo. Esta tradição atravessou os séculos e permanece até hoje como um sinal exterior de fé, penitência e pertença à Igreja.
Hoje celebra-se o Dia Internacional da Abolição da Escravatura, uma data significativa que nos convida a refletir sobre as muitas formas de exploração ainda presentes no mundo e, particularmente, a lembrar aqueles que dedicaram as vidas à defesa da dignidade humana. A Igreja Católica, ao longo da história, produziu santos que se destacaram pela luta contra a escravidão, defendendo a liberdade e os direitos dos oprimidos.