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Este ano, não esqueças de incluir Deus nas resoluções de Ano Novo

O início de um novo ano é tradicionalmente um tempo de balanço e de novos propósitos. Fazem-se listas de metas pessoais, profissionais e familiares: cuidar melhor da saúde, gerir melhor o tempo, alcançar novos objectivos no trabalho. No entanto, para um cristão, este momento não pode ficar reduzido apenas a aspectos práticos da vida. O novo ano é também uma oportunidade privilegiada para renovar o compromisso com Deus e integrar de forma consciente a fé nos objectivos traçados.

Porque o verdadeiro cristão não deve acreditar em previsões nem em adivinhações

Com a chegada de um novo ano, multiplicam-se previsões, horóscopos, leituras de cartas, promessas de sorte ou azar, e todo o tipo de “adivinhações” sobre o futuro. Muitos encaram estas práticas como simples curiosidade ou entretenimento, mas para o cristão a questão é mais profunda: a fé cristã afirma claramente que só Deus conhece o futuro e que confiar noutras fontes é incompatível com uma confiança plena n’Ele.

O quarto domingo do Advento marca a semana final deste tempo litúrgico, que culminará com o nascimento de Jesus

A quarta e última semana do Advento é um período de intensidade única. Com o Natal à porta, o foco da preparação litúrgica muda drasticamente, deixando de lado a expectativa distante para se concentrar na iminência da celebração e, centralmente, no tema do Amor de Deus que se manifesta na Encarnação de Jesus Cristo.

Sabias que… o Papa Adriano VI foi um dos raros Papas que manteve o nome de batismo?

Na longa história da Igreja Católica, existe uma tradição enraizada que quase todos os fiéis dão como certa: quando um cardeal é eleito Papa, ele escolhe um novo nome para simbolizar a sua nova identidade e missão (como Jorge Bergoglio, que se tornou Francisco). No entanto, ao revisitarmos os anais do Vaticano, encontramos uma exceção fascinante que ocorreu há 500 anos: o Papa Adriano VI.

A fascinante história da associação entre São Nicolau e o Pai Natal

A quadra natalícia moderna é indissociável da figura sorridente e corpulenta do Pai Natal (ou Santa Claus), o benfeitor universal que, na véspera de 25 de dezembro, viaja num trenó puxado por renas para distribuir presentes às crianças de todo o mundo. Esta figura secular e globalizada, vestida de vermelho e branco, tem uma origem surpreendente e direta: um santo católico do século IV, o bispo São Nicolau de Mira, cuja vida de generosidade e caridade lançou as bases para o mito moderno.