Onde e a quem apareceu Jesus Ressuscitado?
A Ressurreição de Jesus não é um conceito abstrato ou uma mera ideia espiritual; é um facto histórico que transformou…
A Ressurreição de Jesus não é um conceito abstrato ou uma mera ideia espiritual; é um facto histórico que transformou…
O Evangelho de hoje leva-nos novamente ao primeiro dia da semana, ao dia da Ressurreição. Encontramos os discípulos reunidos numa casa, com as portas fechadas, dominados pelo medo e pela incerteza.
É neste ambiente de medo que Jesus aparece no meio deles. A Ressurreição não elimina automaticamente as dificuldades da vida, mas traz algo essencial: a presença de Cristo vivo que transforma o medo em alegria e a dúvida em fé.
Hoje somos convidados a entrar também nesta casa onde estavam os discípulos e a deixar que Cristo ressuscitado venha ao encontro das nossas próprias dúvidas, medos e fragilidades.
O Santo Padre, o Papa Leão XIV, nomeou hoje o Cardeal D. Américo Aguiar, Bispo de Setúbal, como membro do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida. A decisão foi comunicada oficialmente através do boletim da Santa Sé, integrando o cardeal português num dos eixos centrais da governação da Igreja Católica.
Na tradição católica, o ritmo do dia é marcado pela oração do Ângelus — um momento de pausa ao amanhecer, ao meio-dia e ao entardecer para recordar o mistério da Encarnação. No entanto, com a chegada do Domingo de Páscoa, esta prática sofre uma alteração significativa: o Ângelus é silenciado para dar lugar ao Regina Coeli (Rainha do Céu). Esta substituição, que se prolonga durante os cinquenta dias do Tempo Pascal, é muito mais do que uma simples troca de textos; é uma profunda afirmação teológica de alegria e vitória.
O Papa Leão XIV convocou uma Vigília Mundial de Oração pela Paz para o próximo dia 11 de abril, na Basílica de São Pedro. Num apelo vibrante contra a violência global, o Pontífice exortou a humanidade a despertar da indiferença: “Não podemos resignar-nos ao mal!”.
O Tempo Pascal é o “domingo prolongado” da Igreja, um período de 50 dias que se estende da Ressurreição à…
A celebração da Páscoa não se encerra com o Domingo da Ressurreição. Para a Igreja, a alegria da vitória de Cristo sobre a morte é tão transbordante que não cabe num único dia. Por isso, entramos na Oitava de Páscoa, oito dias que vivemos como se fossem um único e solene Domingo. No coração desta oitava surge a Segunda-feira do Anjo, um dia que, embora muitas vezes vivido como um feriado de descanso ou de passeio em família, guarda um significado espiritual profundo que merece ser redescoberto.
A Oitava da Páscoa é um dos momentos litúrgicos mais ricos da Igreja Católica. Embora o mundo celebre a Páscoa como um único dia, a Igreja prolonga a celebração da Ressurreição de Cristo por oito dias consecutivos, formando o que se chama a “Oitava”. Este tempo solene, que vai do Domingo de Páscoa ao Domingo seguinte (Domingo da Divina Misericórdia), é celebrado como um único grande dia de festa, pleno de alegria, luz e vida nova.
“Aleluia! Ressuscitou como disse!” Este é o grito que ecoa hoje em todos os cantos do mundo. O Domingo de Páscoa não é apenas o encerramento da Semana Santa; é o centro de gravidade de toda a história da humanidade. Se a Sexta-Feira foi o dia da dor e o Sábado o do silêncio, o Domingo é o dia da vitória definitiva. A morte foi vencida, o pecado foi perdoado e o Céu foi aberto para todos nós.
O Evangelho da manhã de Páscoa é um texto simples, quase silencioso, mas cheio de significado. Não encontramos aqui aparições gloriosas nem grandes discursos. Encontramos apenas um sepulcro vazio, algumas ligaduras no chão e três pessoas que procuram Jesus.
O Sábado Santo é, talvez, o dia mais desconhecido e menos compreendido de toda a Semana Santa. Para muitos, é apenas um dia de “intervalo” ou de preparativos para o domingo. No entanto, na tradição da Igreja, este é o dia do Grande Silêncio. É o dia em que a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando na Sua morte e na Sua descida à mansão dos mortos.
As sete frases de Jesus na cruz são uma coleção de sete breves frases pronunciadas por Jesus durante a sua crucificação. Estas frases são objeto de uma devoção especial e de meditação principalmente durante a Semana Santa, entre os Cristãos, e foram recolhidas dos Evangelhos. A sua ordem e expressão variam ligeiramente entre os diversos Evangelhos, e o seu conjunto completo não é encontrado em nenhum deles.