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São Lourenço de Brindisi, Doutor Apostólico pela incansável actividade missionária

São Lourenço de Brindisi foi um notável sacerdote capuchinho, teólogo e pregador italiano do século XVI, dotado de uma inteligência extraordinária e de uma profunda vida espiritual. Foi canonizado em 1881 e proclamado Doutor da Igreja em 1959 pelo Papa São João XXIII, sob o título de Doctor Apostolicus (Doutor Apostólico), pela sua incansável actividade missionária e doutrinal.

Neste dia, em 1933, era assinada a concordata entre o Vaticano e o regime nazi

A história das relações internacionais da Igreja Católica está repleta de tratados diplomáticos complexos, mas nenhum gera tanto debate e análise como a concordata assinada com a Alemanha em meados de 1933. Formalmente denominada Reichskonkordat, esta convenção bilateral procurou salvaguardar a missão da Igreja num dos momentos mais sombrios e voláteis do século XX europeu.

Neste dia, em 1969, o Papa Paulo VI enviava uma mensagem aos astronautas que acabavam de chegar à Lua

A chegada do Homem à Lua, a 20 de julho de 1969, com a missão norte-americana Apollo 11, foi um dos maiores marcos da história da humanidade. A conquista tecnológica e científica, que levou Neil Armstrong e Buzz Aldrin a pisar o solo lunar enquanto Michael Collins orbitava a Lua no módulo de comando, não deixou indiferente o mundo religioso. Entre as vozes que se elevaram naquele momento histórico esteve a do Papa São Paulo VI, que acompanhou de perto o acontecimento, ofereceu palavras de esperança à humanidade e fez chegar ao espaço uma mensagem que permanece para sempre associada ao primeiro pouso lunar.

Neste dia, em 1830, ocorria a primeira aparição de Nossa Senhora das Graças a Santa Catarina de Labouré

Na noite de 18 para 19 de julho de 1830, em plena Paris, Nossa Senhora apareceu pela primeira vez à jovem Santa Catarina Labouré, religiosa das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, na Casa-Mãe da congregação, na Rue du Bac, número 140. Esta aparição marcou o início de uma das devoções marianas mais populares da Igreja: a devoção à Medalha Milagrosa, símbolo de graça, intercessão e proteção maternal da Virgem Maria sobre o mundo.

Neste dia, em 1870, o Papa Pio IX promulgava a Constituição Dogmática Pastor Aeternus

A 18 de julho de 1870, num ambiente de grande tensão política e eclesiástica, o Primeiro Concílio Vaticano (Vaticano I) aprovou a Constituição Dogmática Pastor Aeternus. Este documento singular, embora parte de um concílio que seria abruptamente suspenso pouco depois, viria a ter um impacto profundo e duradouro na estrutura e identidade da Igreja Católica.

Neste dia, em 1870, era declarado o dogma da infalibilidade papal

Um dos dogmas mais debatidos da história recente da Igreja Católica é o da infalibilidade papal, proclamado oficialmente no século XIX. Esta doutrina, muitas vezes incompreendida ou caricaturada, expressa de forma clara a fé da Igreja na assistência do Espírito Santo ao sucessor de Pedro, sobretudo quando este se pronuncia solenemente sobre a fé e a moral. Mas o que significa, concretamente, que o Papa é infalível? Em que circunstâncias isso se aplica? E como surgiu esta definição dogmática?

Neste dia, em 1794, 16 carmelitas descalças eram decapitadas na França

Durante os anos sangrentos da Revolução Francesa, quando a fé católica era violentamente perseguida e os símbolos religiosos eram destruídos ou profanados, um grupo de dezasseis religiosas carmelitas ofereceu as suas vidas como sacrifício de expiação e amor. São conhecidas como as Beatas Mártires de Compiègne, e foram guilhotinadas em Paris a 17 de Julho de 1794, no auge do chamado “Período do Terror”.

Neste dia, em 1888, o Papa Leão XIII criava a medalha “Pro Ecclesia et Pontifice”

A Medalha “Pro Ecclesia et Pontifice” (“Pela Igreja e pelo Papa”) é a mais altas distinção concedidas pela Santa Sé a leigos que se destacam por serviços notáveis prestados à Igreja Católica e ao Sumo Pontífice. Criada no século XIX, esta condecoração simboliza a gratidão do Papa para com aqueles que, com dedicação e fidelidade, contribuem para a missão evangelizadora da Igreja no mundo.

Beatos Inácio de Azevedo e Companheiros Mártires, testemunhas da fé na evangelização no Brasil

Os Beatos Inácio de Azevedo e os seus trinta e nove companheiros mártires são figuras marcantes da história da evangelização no Brasil e do testemunho da fé católica em tempos de perseguição. Estes missionários jesuítas, assassinados em 1570 ao largo das ilhas Canárias, são venerados como mártires da caridade, da missão e da fidelidade a Cristo.