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Santos Filipe e Tiago, apóstolos

Santos Filipe e Tiago, apóstolos, são dois dos doze discípulos escolhidos por Jesus Cristo para serem seus seguidores mais próximos e testemunhas do seu ministério terreno. Embora partilhem o mesmo nome com outros personagens do Novo Testamento, como Filipe, o diácono, e Tiago, o irmão de João, a sua identidade e contribuições únicas para a fé cristã são reconhecidas e veneradas na tradição cristã.

Neste dia, em 1897, o Papa Leão XIII aprovava a coroação canónica do quadro Bambino Gesù di Aracoeli

O venerado quadro ou escultura do Bambino Gesù di Aracoeli — ou “Menino Jesus de Aracoeli” — é uma das imagens marianas e cristológicas mais queridas em Roma, guardada na Basílica de Santa Maria in Aracoeli, no Monte Capitólio. A sua coroação canónica, reconhecida oficialmente pela Santa Sé em 1897, marca um momento importante da devoção popular e do reconhecimento eclesial desta imagem.

Santo Atanásio, defensor da fé e pilar da Ortodoxia Cristã

Santo Atanásio, bispo de Alexandria e Doutor da Igreja, é celebrado no dia 2 de maio. Reconhecido como uma das figuras mais influentes do cristianismo primitivo, desempenhou um papel central na defesa da fé ortodoxa contra a heresia ariana e na formulação da doutrina sobre a divindade de Cristo. A sua vida foi marcada por coragem, sabedoria teológica e uma fidelidade inabalável ao Evangelho, mesmo diante de perseguições e exílios.

Eventos históricos da Igreja Católica – Maio

A Igreja Católica tem sido a força motriz de alguns dos principais acontecimentos da história mundial, incluindo a cristianização da Europa e da América Latina, a difusão da alfabetização, fundação de universidades e hospitais, o desenvolvimento cultural e também científico. Com mais de dois mil anos, a história da Igreja Católica está recheada de inúmeros factos e eventos. Aqui ficam alguns dos mais importantes que ocorreram num mês de Maio destes dois milénios.

Neste dia, em 2021, o Papa Francisco introduziu sete novas invocações na Ladainha de São José

No dia 1 de maio de 2021, em plena celebração da festa de São José Operário e no coração do “Ano de São José”, a Igreja Católica viveu um momento histórico de atualização litúrgica. Através de uma carta da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, o Papa Francisco autorizou a inserção de sete novas invocações na centenária Ladainha de São José, aprovada originalmente em 1909.

Neste dia, em 1955, o Papa Pio XII instituía a festa de São José Operário

Era o ano de 1955, e o Papa Pio XII surpreendia o mundo com um novo feriado cristão. A festa de São José Operário, celebrada a 1 de maio, foi instituída pelo Papa Pio XII em 1955, num contexto histórico de grandes transformações sociais, marcado pelo confronto entre a ideologia marxista e a doutrina social da Igreja. Esta decisão pontifícia não foi apenas um gesto devocional, mas também um sinal teológico e pastoral profundo, que procurou unir o mundo do trabalho à fé cristã, propondo São José como modelo e patrono dos trabalhadores.

Neste dia, em 2013, o Papa Francisco alterava o Missal Romano tornando obrigatória a menção ao nome de São José

No dia 1 de maio de 2013, Solenidade de São José Operário, a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos publicou o decreto Paternas vices (“Os cuidados paternais”). Este documento histórico, promulgado sob o pontificado do Papa Francisco, alterou o texto das Orações Eucarísticas II, III e IV do Missal Romano, tornando obrigatória a menção ao nome de São José logo após o da Virgem Maria.

São José Operário, padroeiro dos trabalhadores

A festa de São José Operário é celebrada anualmente no dia 1 de maio e foi instituída pelo Papa Pio XII em 1955 como uma resposta cristã à crescente valorização do trabalho e às tensões sociais que envolviam o mundo laboral. Esta celebração reforça a figura de São José como modelo de trabalhador e pai de família, associando-o à dignidade do trabalho humano e ao seu papel na construção de uma sociedade justa e equilibrada.

Neste dia, em 1489, era fundada a Ordem da Imaculada Conceição

A Ordem da Imaculada Conceição (OIC), carinhosamente conhecida como Monjas Concepcionistas, representa um dos capítulos mais fascinantes da história religiosa, nascida do fervor místico de uma nobre portuguesa, Santa Beatriz da Silva. Fundada no século XV em Espanha, mas com raízes profundas em Portugal, esta ordem de clausura monástica dedicou-se, desde o seu início, a um carisma singular: a vida contemplativa em honra do mistério da Imaculada Conceição da Virgem Maria. A sua história é marcada por visões místicas, desafios e uma perseverança que perdura há mais de quinhentos anos.