Artigos

Porque o verdadeiro cristão não deve acreditar em previsões nem em adivinhações

Com a chegada de um novo ano, multiplicam-se previsões, horóscopos, leituras de cartas, promessas de sorte ou azar, e todo o tipo de “adivinhações” sobre o futuro. Muitos encaram estas práticas como simples curiosidade ou entretenimento, mas para o cristão a questão é mais profunda: a fé cristã afirma claramente que só Deus conhece o futuro e que confiar noutras fontes é incompatível com uma confiança plena n’Ele.

O quarto domingo do Advento marca a semana final deste tempo litúrgico, que culminará com o nascimento de Jesus

A quarta e última semana do Advento é um período de intensidade única. Com o Natal à porta, o foco da preparação litúrgica muda drasticamente, deixando de lado a expectativa distante para se concentrar na iminência da celebração e, centralmente, no tema do Amor de Deus que se manifesta na Encarnação de Jesus Cristo.

Sabias que… o Papa Adriano VI foi um dos raros Papas que manteve o nome de batismo?

Na longa história da Igreja Católica, existe uma tradição enraizada que quase todos os fiéis dão como certa: quando um cardeal é eleito Papa, ele escolhe um novo nome para simbolizar a sua nova identidade e missão (como Jorge Bergoglio, que se tornou Francisco). No entanto, ao revisitarmos os anais do Vaticano, encontramos uma exceção fascinante que ocorreu há 500 anos: o Papa Adriano VI.

Histórias e Lendas: A fascinante associação entre São Nicolau e o Pai Natal

A quadra natalícia moderna é indissociável da figura sorridente e corpulenta do Pai Natal (ou Santa Claus), o benfeitor universal que, na véspera de 25 de dezembro, viaja num trenó puxado por renas para distribuir presentes às crianças de todo o mundo. Esta figura secular e globalizada, vestida de vermelho e branco, tem uma origem surpreendente e direta: um santo católico do século IV, o bispo São Nicolau de Mira, cuja vida de generosidade e caridade lançou as bases para o mito moderno.

Sabias que… o Papa João Paulo I foi o primeiro a usar um nome duplo?

Na história do papado, o dia 26 de agosto de 1978 ficou gravado como o momento em que um homem de sorriso fácil mudou uma regra de nomenclatura que durava há quase dois milénios. Ao ser eleito sucessor de Paulo VI, o cardeal Albino Luciani não escolheu apenas um nome; escolheu dois. Tornou-se João Paulo I, o primeiro Papa na história da Igreja a adotar um nome composto.