Neste dia, em 1802, era descoberto o túmulo de Santa Filomena nas Catacumbas de Santa Priscila

A história da Igreja Católica é repleta de figuras cujas vidas foram registadas por escribas e contemporâneos. No entanto, o caso de Santa Filomena é único: a sua existência permaneceu num silêncio absoluto durante quase um milénio e meio, até que uma picareta de arqueólogo, no dia 24 de maio de 1802, rompeu a escuridão das Catacumbas de Santa Priscila, na Via Salária, em Roma.

Neste dia, em 1837, o Papa Gregório XVI autorizava o culto litúrgico de Santa Filomena

A história da Igreja Católica é marcada por momentos em que a ciência e a fé se cruzam de forma dramática. Um dos episódios mais fascinantes ocorreu em 1835, envolvendo Pauline Jaricot, uma das mulheres mais influentes da cristandade francesa, o Papa Gregório XVI e uma jovem mártir das catacumbas chamada Filomena. Este evento não foi apenas uma cura física; foi o catalisador jurídico para a autorização do culto à “Grande Taumaturga”.