Neste dia, em 1531, a Ladainha de Nossa Senhora era cantada solenemente pela primeira vez no Santuário de Loreto

Embora a sua origem remonte à Idade Média, o seu momento fundador na vida da Igreja ocorreu no Santuário de Loreto, onde foi cantada solenemente pela primeira vez a 10 de dezembro de 1531, data que marca a fixação definitiva do texto na forma que praticamente conhecemos hoje. Desde então, a Ladainha Lauretana tornou-se uma referência orante para o mundo católico, tendo sido aprovada, enriquecida e difundida pelos papas ao longo dos séculos.

Neste dia, em 1587, o Papa Sisto V oficializava através de uma bula a Ladainha Lauretana de Nossa Senhora

A Ladainha Lauretana, uma das orações marianas mais difundidas no catolicismo, deve a sua proeminência e aprovação oficial a um ato pontifício de grande impacto: a Bula Redditam. Promulgada pelo Papa Sisto V, este documento não só validou uma devoção popular específica, como também impôs uma rigorosa uniformização na prática litúrgica da Igreja, suprimindo o uso público de todas as outras ladainhas marianas.

Neste dia, em 2020, o Papa Francisco introduzia três novas invocações à Ladainha Lauretana de Nossa Senhora

A 20 de junho de 2020, na data em que a Igreja celebra a memória do Imaculado Coração de Maria, o Papa Francisco introduziu uma mudança histórica na venerável Ladainha Lauretana. Através de uma carta da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, dirigida aos presidentes das Conferências Episcopais de todo o mundo, o Pontífice acrescentou três novas invocações marianas: Mater Misericordiae (Mãe de Misericórdia), Mater Spei (Mãe da Esperança) e Solacium Migrantium (Conforto dos Migrantes).

Neste dia, em 1903, o Papa Leão XIII introduzia uma nova invocação na Ladainha de Nossa Senhora

No dia 22 de abril de 1903, um decreto papal do Papa Leão XIII adicionava uma nova e singela, mas profunda, invocação à tradicional Ladainha Lauretana: “Mater Boni Consilii, ora pro nobis” (Mãe do Bom Conselho, rogai por nós). Este ato, que pode parecer um pequeno detalhe na vasta história da Igreja, é na verdade um testemunho da profunda devoção pessoal do pontífice e da importância perene da Virgem Maria na vida dos católicos.