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Evangelho de Domingo: Jesus Ressuscitado aparece aos discípulos

O Evangelho de hoje leva-nos novamente ao primeiro dia da semana, ao dia da Ressurreição. Encontramos os discípulos reunidos numa casa, com as portas fechadas, dominados pelo medo e pela incerteza.

É neste ambiente de medo que Jesus aparece no meio deles. A Ressurreição não elimina automaticamente as dificuldades da vida, mas traz algo essencial: a presença de Cristo vivo que transforma o medo em alegria e a dúvida em fé.

Hoje somos convidados a entrar também nesta casa onde estavam os discípulos e a deixar que Cristo ressuscitado venha ao encontro das nossas próprias dúvidas, medos e fragilidades.

Porque a Igreja substitui o Ângelus pelo Regina Coeli durante o Tempo Pascal?

Na tradição católica, o ritmo do dia é marcado pela oração do Ângelus — um momento de pausa ao amanhecer, ao meio-dia e ao entardecer para recordar o mistério da Encarnação. No entanto, com a chegada do Domingo de Páscoa, esta prática sofre uma alteração significativa: o Ângelus é silenciado para dar lugar ao Regina Coeli (Rainha do Céu). Esta substituição, que se prolonga durante os cinquenta dias do Tempo Pascal, é muito mais do que uma simples troca de textos; é uma profunda afirmação teológica de alegria e vitória.

A Igreja celebra hoje a Segunda-feira do Anjo

A celebração da Páscoa não se encerra com o Domingo da Ressurreição. Para a Igreja, a alegria da vitória de Cristo sobre a morte é tão transbordante que não cabe num único dia. Por isso, entramos na Oitava de Páscoa, oito dias que vivemos como se fossem um único e solene Domingo. No coração desta oitava surge a Segunda-feira do Anjo, um dia que, embora muitas vezes vivido como um feriado de descanso ou de passeio em família, guarda um significado espiritual profundo que merece ser redescoberto.

Oitava da Páscoa, oito dias de alegria e renovação

A Oitava da Páscoa é um dos momentos litúrgicos mais ricos da Igreja Católica. Embora o mundo celebre a Páscoa como um único dia, a Igreja prolonga a celebração da Ressurreição de Cristo por oito dias consecutivos, formando o que se chama a “Oitava”. Este tempo solene, que vai do Domingo de Páscoa ao Domingo seguinte (Domingo da Divina Misericórdia), é celebrado como um único grande dia de festa, pleno de alegria, luz e vida nova.

Hoje celebramos o Domingo de Páscoa, o dia da Ressurreição do Senhor

“Aleluia! Ressuscitou como disse!” Este é o grito que ecoa hoje em todos os cantos do mundo. O Domingo de Páscoa não é apenas o encerramento da Semana Santa; é o centro de gravidade de toda a história da humanidade. Se a Sexta-Feira foi o dia da dor e o Sábado o do silêncio, o Domingo é o dia da vitória definitiva. A morte foi vencida, o pecado foi perdoado e o Céu foi aberto para todos nós.

Hoje é Sábado Santo, o dia do Grande Silêncio

O Sábado Santo é, talvez, o dia mais desconhecido e menos compreendido de toda a Semana Santa. Para muitos, é apenas um dia de “intervalo” ou de preparativos para o domingo. No entanto, na tradição da Igreja, este é o dia do Grande Silêncio. É o dia em que a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando na Sua morte e na Sua descida à mansão dos mortos.

Quais as últimas sete palavras de Jesus na cruz e o que elas significam

As sete frases de Jesus na cruz são uma coleção de sete breves frases pronunciadas por Jesus durante a sua crucificação. Estas frases são objeto de uma devoção especial e de meditação principalmente durante a Semana Santa, entre os Cristãos, e foram recolhidas dos Evangelhos. A sua ordem e expressão variam ligeiramente entre os diversos Evangelhos, e o seu conjunto completo não é encontrado em nenhum deles.